sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Lanterna Verde (vol. 4) 01-20.

Lanterna Verde (vol. 4) 01-20.

Roteiro: Geoff Johns
Desenhos: Carlos Pacheco, Ethan Van Sciver, Simone Bianchi, Ivan Reis e Daniel Acuña
Arte-final: vários
DC Comics.

Logo após ser inserido de volta ao primeiro escalão de heróis do Universo DC, Hal Jordan retorna como o protagonista da revista Lanterna Verde. Assim, inicia-se uma nova fase na vida desse personagem que durante anos ficou relegado a vilão, foi substituído por alguém mais jovem na onda renovatória dos anos 90, e depois transformado em entidade (Espectro).

Geoff Johns usa as três primeiras edições para construir o cenário inicial em que se passará a série (Coast City, recém-construída), bem como apresenta um pequeno rol de coadjuvantes como o irmão de Jordan e alguns pilotos da força aérea que o acompanharão nas história posteriores (Jillian “Cowgirl” Pearlman e Shane “Rocket-man” Sellers, por exemplo).

O primeiro arco é desenhado por Carlos Pacheco e trás de volta (heheh...) um Caçador, uma “raça” andróide predecessora dos Lanternas Verdes, desprovidos de emoção, em busca de uma unidade mais antiga e defasada. Assim, ele parte realizando uma série de mortes por onde passa. Hal Jordan e John Stewart vão ao espaço e encontram a nave desse novo Caçador e assim o arco se passa tendo como centro o confronto entre o Lanterna Verde e o Caçador. Um arco razoável que serviu como início do título, mas nada muito estimulante.

As três edições seguintes (GL 04-06), a primeira desenhada por Ethan Van Sciver e as duas seguintes por Simone Bianchi, traz o arco mais confuso para quem está não está familiarizado com o universo do personagem. Há o retorno de Hector Hammond e em nenhum momento é explicado quem ele é. Para o novo leitor, ficou difícil entender. Há também uma luta do Lanterna Verde contra um Tubarão evoluído e comedor de cérebros, bem como o retorno do Mão Negra, agora com poderes (visto pela última vez em Renascimento, quando perdeu uma das mãos).

O pequeno arco em duas partes que se segue (GL 07-08, “Uma vida perfeita”), desenhado por Carlos Pacheco, é bastante divertido. Ele mostra o filho de Mongul vindo à terra para honrar o nome de seu pai. Por meio de uma espécie de planta alienígena (Clemência Negra, obrigado Roleplayer Moore!), Hal Jordan e Oliver Queen (o Arqueiro Verde) entram em transe e se imaginam numa vida com todas as realizações que mais sonharam. Depois de voltarem à realidade e de passar boa parte da segunda edição lutando contra Mongul (o filho), na conclusão há a melhor cena do arco: como acha que o maior problema que um ser pode ter é a família, Mongul dá um soco na cabeça da irmã, arrancando-a, resolvendo desta forma a questão (hehehe...).

Merece também uma observação de que este arco é ligado à saga Crise Infinita, que eu não acompanhei. Assim, algumas referências sobre heróis e vilões, bem como sobre o que Hal Jordan está fazendo ao lado de Superman, Mulher-Maravilha e cia são passagens que somente quem acompanhou a saga saberá como tudo aquilo aconteceu.

Na edição 09 há um encontro de Hal Jordan com o Batman. Este último o contata para resolverem um caso de um homem cheio de tatuagens que mata pessoas para “salvar suas almas”. A interação entre os dois heróis ficou muito boa e, em uma determinada cena, Batman desconta o soco que levou de Hal na mini-série Renascimento. Ao final, parece que os dois ficam em paz um com o outro (esperava o contrário, mas nada que me desagrade).

Capa de Green Lantern 10, por Simone Bianchi.

Dos números 10 ao 13 da revista Green Lantern, é contado o arco “A Vingança dos Lanternas Verdes”, o melhor até aqui mostrado no título e o início de uma excelente seqüência de histórias e o primeiro desenhado pelo brasileiro Ivan Reis. Tudo começa com Hal combatendo o vilão chamado Ígneo na Rússia e sendo interferido pelos Sovietes Supremos, já que, segundo eles, o Lanterna Verde não está na sua jurisdição (território estrangeiro).

Enquanto isso, em algum lugar do espaço, um ser alienígena chamado Arkillo é recrutado para integrar a Tropa Sinestro.

Como esse arco se inicia no evento da DC Comics chamado “Um ano depois”, Hal lembra um fato passado nesse ínterim que o deixa com sentimento de culpa por não ter estado com o anel em um vôo (o que seria revelado no arco seguinte, “Hal Jordan: Procurado”). As lembranças ao longo dessas edições são vagas, mas é mostrado que ele, Cowgirl e Rocket-man são feitos prisioneiros de guerra (ganham, inclusive, uma medalha por isso). Mais detalhes sobre isso logo a frente.
No final da condecoração, uma nave cai no local da comemoração e nela se encontra Tomar-Tu, um Lanterna Verde papagaio (hehehe...) de outro setor, supostamente morto na época em que Hal era o Parallax.

Hal Jordan pede aos Guardiões do Universo para que ele siga o rastro da nave de Tomar-Tu, já que acredita os outros Lanternas Verdes que foram mortos por Parallax também podem estar. Os Guardiões negam o pedido, já que o setor 3601 não é monitorado pela Tropa dos Lanternas Verdes, mas ele e Guy Gardner vão mesmo assim.

Os anéis de Hal e Guy os levam até o setor 3600 e de lá eles se dirigem até a zona proibida no modo “manual” (adorei isso). Em uma espécie de Lua metálica, sede dos Caçadores, os dois Lanternas combatem alguns deles e se deparam com o Super-Cyborgue. Hal liberta alguns dos Lanternas aprisionados (eles realmente estavam vivos), inclusive Arísia, com quem ele teve um relacionamento no passado e, mesmo sob a desconfiança dos libertados, todos lutam e destroem o lugar. Hal e Arísia derrotam o Super-Cyborgue, sobrecarregando um Caçador que os usaria como fonte de energização.

Nesse ínterim, na Terra, algo estranho começa a aparecer no recrutamento dos Guardiães Globais (que também será revelado em “Hal Jordan: Procurado”). Em OA, Guy Gardner acoberta Hal Jordan pela empreitada proibida pelos Guardiões do Universo e ganha como punição a “vigilância prioritária” por um mês. Lá, é mostrado que o Superboy Primordial encontra-se preso.



Entre as edições 14 e 17 temos o arco “Procurado: Hal Jordan”, também muito bem desenhado por Ivan Reis (tirando um detalhe ou outro da Liga da Justiça que eu não gostei, como a Mulher Maravilha). Nele, é revelado o que realmente aconteceu com Hal Jordan e seus dois amigos pilotos (Cowgirl e Rocket-man).

Após um conflito com terroristas na Chechênia, Hal, Jillian e Shane são feitos prisioneiros de guerra. Eles ficam presos por 14 semanas e são torturados a fim de revelarem segredos sobre a força aérea americana. Após um confronto com um soldado que ele apelidou de “Ossos”, eles conseguem escapar. Hal se sente culpado pelo que aconteceu, por não ter levado o seu anel do poder no F-22 que pilotava na ocasião.

A piloto Cowgirl é novamente capturada em uma nova investida contra os terroristas e Hal, agora como Lanterna Verde, sai em busca dela. Na investida, surgem os Guardiões Globais, que matam os terroristas, culpam Hal pelo ocorrido e tentam pegar o seu anel. Por trás de todo esse imbróglio de caça a Hal Jordan está Amon Sur, o filho de Abin Sur, o predecessor do anel do poder de Jordan.

Enquanto isso, o Super-Cyborgue (ou a cabeça dele, heheh...) é encontrado pelos Guardiões do Universo para que sejam reveladas informações sobre o Setor 3601 e os “52”.

Enquanto o Lanterna Verde luta contra os Guardiões Globais, ele descobre que estes estão sendo controlados mentalmente pelos Caçadores sem Face de Saturno, que também estão querendo a recompensa pela cabeça do herói. Os Sovietes Supremos interrompem a pretensão dos Caçadores sem Face com o intuito de prenderem Hal pela sua enésima transgressão de invadir território estrangeiro. Logo surge Alan Scott, da Sociedade da Justiça e uma desnecessária participação da Liga da Justiça pronto para para ajudá-lo. Depois de muita luta, Cowgirl é resgatada.

O escritor Geoff Johns usa essa história para tentar mostrar o lado dos americanos nos conflitos terroristas, tentando justificar algumas atitudes que não são bem recebidas pela imprensa internacional. Enquanto Hal se questiona sobre os atos terroristas e, em seguida, quase beija Cowgirl, surgem os Dominadores e Cão de Briga (mais gente atrás da cabeça do pobre coitado).

De volta à história, no planeta Qward, lar da Tropa Sinestro, o membro Arkillo determina a sexta desova dos anéis e um deles se dirige ao Setor 2814, a Terra, em busca de um integrante. Em uma cena muito interessante e curiosa, Bruce Wayne é o escolhido para ser o membro da Tropa Sinestro desse setor, pela habilidade com que tem de causar medo nas pessoas (como Batman). Ele recusa, obviamente, a convocação e o anel sai em busca de um novo membro em potencial.

De volta ao conflito com Amon Sur, este manda Hal levá-lo ao local onde ele enterrou seu pai. Depois de uma troca de acusações, Cão de Briga revela-se como sendo John Stewart, o parceiro de Hal, que havia ido atrás dessa história de caça ao seu amigo. No meio da briga, Amon Sur é recrutado para compor a Tropa Sinestro e, depois de lutar por alguns momentos, é levado ao planeta Qward para “recondicionamento psicológico e físico”.

No final desse arco, Hal Jordan enterra Abin Sur em sua terra natal, Ungara e se arrepende de não ter feito isso antes.

Nas edições finais que precedem a Guerra da Tropa Sinestro (nada de Guerra dos Anéis neste espaço...), edições 17-20, há o arco “Os Mistérios de Safira Estrela”, e a cada final de edição, há uma pequena história dos “Contos da Tropa Sinestro”. A história principal é desenhada por Daniel Acuña (perfeita escolha pra ilustrar essa história, pois suas amazonas alienígenas ficaram arrepiantes) e os contos ficam a cargo do veterano Dave “Watchmen” Gibbons.

O arco gira em torno dos relacionamento de Hal com Carrol Ferris, agora casada, e seu novo relacionamento em potencial com Jillian “Cowgirl” Pearlman. O cristal de Safira Estrela entra em contato com Carol Ferris e ela sai em busca de Hal, seu verdadeiro amor. Depois de lutarem por alguns momentos, com várias tiradas sarcásticas de Hal quanto à sua dificuldade em se amarrar emocionalmente em alguém, Safira Estrela toma o corpo de Cowgirl e eles brigam novamente (até Carol Ferris entra nessa, com uma roupa produzida pelo anel de Hal).

Carol conta a Hal que enquanto estava possuída pela Safira Estrela, ela soube da origem da entidade. Na criação do universo, um grupo de mulheres dissidentes dos Guardiões do Universo, chamadas Zamaronas, acreditavam que não havia razão para se desproverem de emoções e assim partiram em busca de um novo objetivo... cultivar o amor. E assim, elas se utilizam desse cristal de safira para dominar mundos numa visão deturpada do que seja o amor, envolvendo o ser amado num cristal numa verdadeira animação suspensa. Ou algo assim, hehehe...

Essas mulheres dissidentes, Zamaronas, as Amazonas Alienígenas, aparecem e iniciam uma luta com Hal. Numa bela jogada, ele escolhe uma dessas amazonas como seu “objeto” de amor, o que faz com que o cristal se apodere dela e acabe com os planos das Zamaronas. Elas partem para conter o estrago causado por Hal.

Depois de alguns momentos tensos em um bar entre Hal, Carol e Cowgirl, esta última e ele ficam a sós e marcam de se encontrar.

Em Zamaron, as amazonas concluem que erraram em só coletar o amor. Assim, decidem coletar todas as emoções e, nisso, abre um plano com as luzes verde e amarela, que significa que elas irão também atrás do medo e da força de vontade. Muito bom o quadro de Acuña, ressalte-se.

No final, Hal vai se encontrar com Carol e, numa bela cena, descobre que ela se divorciou. Muito boa essa cena, recomendo a todos. O sorriso dela no último quadro da revista é emocionante.

No que se refere aos “Contos da Tropa Sinestro”, no Planeta Qward, Amon Sur é apresentado à Lyssa Drak, a Guardiã do Livro de Parallax. Ela conta a história de três membros da Tropa e de como eles conseguem o domínio do medo: o bio-vírus consciente Despotellis, Karu-Sil e de Bedovian, o tamanduá bandeira espacial (hehee... brincadeira). Depois, Amon é mandado para a Morada do Medo, para, na completa escuridão, contemplar e superar o seu maior medo, que ele acaba revelando como sendo... “Jordan”.



A série do Lanterna Verde começou de modo simples, aparentemente um título que não passaria do bom/regular, mas foi crescendo de tal forma que hoje é um dos meus preferidos. Particularmente, gosto muito de elementos de ficção científica e John, em quase todos os arcos, usa e abusa desse recurso.

Eu fico impressionado com a imaginação de conceitos viajantes como “bio-vírus consciente”, “Guardiã do Livro de Parallax”, a deturpação do “amor” pelas Zamaronas, estas com um visual alienígena muito bem elaborado e que combinou perfeitamente com o estilo de Daniel Acuña (mais alien do que aquilo, impossível). Adoro essas viagens que fogem do convencional.

O segundo arco, na minha opinião, é muito confuso e eu sei que provavelmente os leitores mais antigos saberão quem são todos aqueles personagens e vilões que aparecem. Mas quero ilustrar com isso que às vezes alguns personagens devem ser reintroduzidos para que leitores novos não fiquem perdidos, principalmente quando a série é relançada e procura (como todas as outras) angariar o maior número possível de novos leitores. Nesse sentido Geoff Johns poderia ter sido um pouco mais cuidadoso.

O arco “A Vingança dos Lanternas Verdes” tem todos os elementos que me fazem gostar de ficção científica. Adoro histórias no espaço e o planeta dos Caçadores ficou muito bem retratado. Aliás, conforme já foi dito, esse é o arco que inicia a arte do brasileiro Ivan Reis na revista. A partir da edição 11, muda o arte-finalista (sai Marc Campos e entra Oclair Albert, infinitamente melhor) e os desenhos ficam muito mais agradáveis. Na verdade, os desenhos de Ivan Reis são excelentes e não perdem em nada para os desenhistas que o precederam no título. Ivan consegue construir seqüências muito boas de ação e o ritmo que ele imprime nas cenas de ação é perfeito para o que a história pede.

Já no arco “Hal Jordan: Procurado”, achei que os seres que vão ao encalço de Hal Jordan em busca da recompensa de Amon Sur se atropelam, dos Caçadores sem Face de Saturno aos Dominadores (estes coitados, não tem a menor relevância na história).

A convocação da Tropa Sinestro foi lenta e muito bem desenvolvida ao longo dessas vinte edições, o que prova mais uma vez o que é um bom planejamento editorial de longo prazo num título regular (sem aqueles semestrais eventos “muda tudo” de última hora). Na pequena série dos “Contos”, os desenhos de Dave Gibbons ajudaram e muito a dar um ar assustador ao planeta Qward e a Guardião do livro, Lyssa, parece uma figura de filme de terror (principalmente segurando aquele livro acorrentado a ela).

Sobre Hal, é interessante notar como ele tenta como pode mudar seu jeito “irresponsável” de ser com relação às pessoas à sua volta. Temos a questão do seu irmão e, no arco da Safira Estrela, os seus casos amorosos. Volto a dizer: achei espetacular uma cena aparentemente normal em que Hal descobre que Carol Ferris havia pedido divórcio. Daniel Acuña desenhou um belo sorriso em Carol que revela que, mesmo incerta de que ela e Hal ficarão juntos, a esperança fez com que ela se separarasse do marido em busca de uma incerta felicidade. Adorei isso, mas não passa de uma impressão pessoal minha.

Todas as edições da revista contaram com bons desenhistas (o único mais fora de foco deles foi Simone Bianchi, que depois passou a assinar as capas das edições posteriores, algumas muito boas por mais contraditório que eu pareça). Desses, o meu preferido é Carlos Pacheco que, ironicamente, desenhou as edições mais medianas.

Enfim, a revista só cresceu em qualidade com o tempo e a partir de agora, finalmente, começa a tão bem falada Guerra da Tropa Sinestro.

Abraço a todos!

7 comentários:

Átila disse...

Uma das melhores revistas mensais da atualidade. Geoff Johns é um excelente roteirista. Construiu pouco a pouco a reformulação do universo do Lanterna Verde resgatando elementos clássicos e adequando-os aos dias atuais. Aliás, muito bom review. Um abraço.

Roleplayer Moore disse...

O texto ficou legal e é bom para quem não leu as revistas anteriores do Lanterna e começou com a "dimensão DC" (cruzes...)

A revista do Lanterna é uma das melhores atualmente na DC, se não a melhor (em minha opinião, considero como o título mais empolgante que esta saíndo na DC), com bons roteiros, ótimo enredo e desenhos sempre muito bons do Ivan, Sciver e etc...

Só um adendo, a planta alienígena que o Mongul usa é uma Clemência Negra, criada (Creio eu, não sei se foi usada anteriormente), pelo Alan Moore na história do Superman "Para o Homem que tinha tudo"...

No aguardo de um review sobre a revista da Tropa!

flávio disse...

Amiche, corrige aí o "segundando o livro"...


...no mais, você só leu LJA, né? Um dos contos da Tropa Sinestro foi publicado em Superman/Batman, mas eu também não li.

No mais, essa revista começou com tramas medianas e a pretensão de ter dois grandes desenhistas se alternando...
...curioso notar que ela se tornou sensacional quando deram chance para um cara que as pessoas mal percebiam - afinal, quem era o Ivan antes desse arco? Ele havia feito Rann/Thanagar War, que não repercutiu tanto quanto OMAC Project, e Action Comics, que não "pegou". Fora isso, era um desenhista tal qual o Shane Davis antes de desenhar aquele arco de Superman/Batman que tá saindo agora... Muito bom, mas não é um dos medalhões.

O desenho do Reis deu novo ânimo às histórias, e coincidiu com uma melhora nos roteiros, com tramas que iam atraindo mais e mais atenção... Muito bom.

Noturno disse...

Roleplayer moore, obrigado pela informação sobre a "planta". heheh.. Eu fui atrás do meu encadernado do Alan Moore e li a história que você falou. Realmente, bom saber de onde surgiu a Clemência Negra. Aliás, gostei das histórias do Superman do Moore. Talvez eu escreva sobre elas aqui já que estou pensando em, no futuro, tirar uma semana pra ler e escrever algo do personagem. Obrigado pelo adendo!!!

Flávio, o texto já foi corrigido. Valeu! E desde que os desenhistas sejam de qualidade, eu não vejo problemas em alternar os arcos. Mas o Reis deu mesmo um ânimo novo ao título. Acho o traço dele muito mais agradável do que o Sciver. E não sabia que tinha mais contos na revista da Tropa (que eu ainda não li).

Abraço!

Roleplayer Moore disse...

Eu até gosto do traço do Sciver, mas acho ele mais tétrico (se me entendem) do que o do Ivan, que é mais dinâmico.

O Lance é que o Ivan dá uma movimentação singular em seus desenhos, o que, em uma HQ de ação é fundamental par aque o leitor sinta todo o Ritmo que tem as ações dos personagens... E nas partes mais paradas ele também consegue evocar um ar mais nobre, uma coisa mais grandiosa, icônica e heróica por parte dos personagens...

Em termos de detalhismo acho que ele perde para o Scvier, mas os "easter eggs" que ele desenha são bem mais divertidos de se caçar hahahaha

Arthur Vaz (R2) disse...

Pra mim é a melhor mensal da DC junto com SJA.

Mas sou suspeito pra falar, sou MUITO fã do Hal. Acho que se não fossem os mutantes, seria meu personagem favorito.

Desde que li uma "Novos Titãs" da abril emq ue tinha uma história fodassa do Hal, eu acompnaho tudo do personagem.

Com sorte sairá um "HC-master-modafucka" um dia e eu já terei um salário que em possibilite comprar.

Erick disse...

Esse gibi é lindo. Os títulos dos Lanternas são, IMHO, os melhores da atualidade.