quarta-feira, 8 de julho de 2009

X-Men: Manifest Destiny 01.

Homem de Gelo

Roteiro: Mike Carey
Desenhos: Michael Ryan
Arte-final: Victor Olazaba

Tabitha Smith (Dinamite/Fusão)

Roteiro: James Asmus
Desenhos: Chris Burnham

Karma

Roteiro: C.B. Cebulski
Desenhos: David Yardin
Marvel Comics.

Depois que os X-Men se mudaram para São Francisco, agora praticamente todos os mutantes residem na cidade. É tanto personagem que a Marvel resolveu lançar a minissérie “Manifest Destiny” para mostrar o destino de alguns deles que não estão sendo desenvolvidos ou tendo destaque nas revistas principais, ou simplesmente mostrar alguns pontos de vistas de um determinado personagem.

Nesta primeira edição, vemos como Mística engana o Homem de Gelo ao se passar por sua ex-namorada Opal, dos tempos da primeira formação do X-Factor. A história, curtíssima, e que continua na próxima edição, mostra apenas essa revelação e os problemas que Bobby anda passando com seus poderes.

A segunda história é, de longe, uma das piores que já li na vida. Muito mal desenhada, ela tenta ser engraçada, mostrando a personagem Fusão (ou Dinamite) às voltas com uma vilã (Nuwa), com poder de sedar seus adversários. Num passe de mágica, ela vence a vilã bebendo muito café. Isso mesmo, café... Acho melhor não continuar. Hehehe...

A última é um pouco mais séria e conta os problemas temperamentais da ex-Nova Mutante Karma. Achando-se dona de si, quando ela usa seus poderes contra seus irmãos, ela se depara com o quão instáveis estão suas emoções.

A impressão que tive ao ler essa primeira edição é a de que a minissérie preenche todos os requisitos de uma revista “caça níquel”: histórias de qualidade mediana para fraca, estampando o selo de um evento “importante” de alguma franquia.

A história do Homem de Gelo é dividida em várias partes, de maneira que percebe-se facilmente que é uma forma de segurar o leitor para ver o destino do personagem - de longe, o mais querido e famoso dos três apresentados nesta primeira edição. Apesar da história da Karma ser interessante, ela não deixa de ser descartável. Da Tabitha então, nem se fala.

Nenhum dos desenhistas me agradou: Michael Ryan está mais cartunesco e relaxado, bem diferente do bom trabalho que ele apresentou quando desenhava New X-Men: Academy X. Chris Burnham é péssimo até falar chega e faz jus à história que teve que desenhar. David Yardin faz boas expressões faciais, mas seu estilo não me agradou muito. Ah, e a pobre e sofrida Karma desenhada por ele parece um monstro de tão feia. Hehehe...

Enfim, para quem não quer perder muito tempo com bobagens, corra dessa minissérie porque a primeira edição já mostrou a que veio: do nada ao lugar nenhum.


Abraço!

2 comentários:

Pip disse...

e essa bagaça ja vai ser publicada esse mês pela Panini...

Noturno disse...

Nao vi ainda mas vai ser essa ou a Divided We Stand, que é tão ruim quanto? hehe...